A Faculdade do Tapajós é uma instituição de ensino superior isolada, credenciada pelo Ministério da Educação, através da portaria MEC n° 2.286 de 30/06/2005, de Direito Privado, com sede em Itaituba (PA). Foi constituída em 11 de abril de 2003, por um grupo de empresários e educadores.

O Plano de Desenvolvimento Institucional e os projetos de autorização dos cursos de Administração em Comércio Exterior, Marketing, Recursos Humanos, foram protocolados em 2003 e, posteriormente, em 2007, o de Ciências Contábeis. Em 2005, a Faculdade do Tapajós, devidamente credenciada, realizou o primeiro processo seletivo para o curso de Administração e suas ênfases.

O nome Faculdade do Tapajós surgiu em 2005, como uma homenagem ao Rio Tapajós que banha a cidade de Itaituba, símbolo de força da natureza, de trabalho de pescadores, viajantes, estivadores, comerciantes, um marco econômico e sociocultural de toda a região, excelência no cenário tapajônico e amazonense.

Os responsáveis pela instituição são profissionais empresários e professores com experiência no ensino superior, com o compromisso de oferecer ensino de qualidade a custos acessíveis, já comprovado pela inserção dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Pedagogia. O curso de Pedagogia foi autorizado pelo MEC em 2012, tendo o  seu primeiro processo seletivo também neste ano.

Tem implantado sua pós-graduação através de cursos de especialização nas áreas de Educação, Administração e Ciências Contábeis, com uma expressiva clientela tanto do município como de cidades próximas.

A Faculdade do Tapajós entende que inúmeras questões hoje discutidas no país e principalmente nesta região tapajônica, parte do legado amazônico, que se referem ao direito de cidadania, ao processo de sedimentação da democracia plena e participativa, ao entendimento de  que   é necessário que o homem absorva a cultura do mundo em que está a sua volta e o modifique a partir de sua reflexão/ação e assim o vai repensando e reinventando na medida de suas necessidades, passa necessariamente pela educação.

A instituição acredita que a prática educacional é, antes, uma atitude de construção e que deva estar à serviço da emancipação humana, uma ferramenta que prepara o indivíduo para os desafios, atendendo ainda aos anseios da comunidade, visando oferecer melhoria na formação dos profissionais, tanto técnica  como teórico-científica, além de uma maior compreensão ontológica em termos de humanidade, privilegiando os saberes locais ainda tão presentes na pluralidade amazônica, representados pelas comunidades ribeirinhas, agrícolas, populações indígenas e quilombolas, como por todos aqueles que fazem parte da economia garimpeira, por exemplo.